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Zelensky chega a Miami para novas conversas com Trump
O encontro deverá acontecer em uma das residências do presidente americano, no estado da Flórida.

O líder do regime de Kiev, Vladimir Zelensky, chegou neste domingo (28) a Miami, nos Estados Unidos, onde deverá se reunir com o presidente americano, Donald Trump, em sua residência no resort de Mar-a-Lago.

Zelensky havia divulgado o encontro na sexta-feira (26), no mesmo dia em que o Kremlin anunciou uma chamada telefônica com representantes dos Estados Unidos nas negociações para o conflito ucraniano.
"Muita coisa pode ser decidida até o Ano Novo", escreveu o líder do regime de Kiev em seu canal no Telegram, na sexta-feira.
Contexto do encontro
- Zelensky apresentou na quarta-feira (24) uma proposta para encerramento do conflito ucraniano com 20 pontos, que prevê concessões da Rússia. Moscou evitou comentar publicamente a proposta, alegando que negociações sensíveis devem ocorrer de forma reservada.
- O Politico publicou na sexta-feira (26) uma entrevista com Trump, em que o presidente americano se mostrou "pouco entusiasmado com a última proposta de Zelensky e não tem pressa em endossar" a iniciativa, que inclui o estabelecimento de uma zona desmilitarizada e busca garantias de segurança dos EUA para a Ucrânia
- O Kremlin anunciou na sexta-feira (26) que foi estabelecido contato telefônico com representantes americanos. A parte russa na chamada foi representada pelo assessor presidencial para política externa, Yuri Ushakov, enquanto diversas pessoas participaram pelo lado americano.
- A ligação ocorreu depois que Putin foi informado dos resultados das negociações em Miami, conduzidas no fim de semana anterior, por relatório de seu enviado especial, Kirill Dmitriev.
- O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou repetidamente que a segurança de longo prazo da Rússia deve ser a prioridade. A questão é especialmente importante no contexto das causas profundas do conflito, nomeadamente a expansão da OTAN, que Moscou percebe como uma ameaça, e a violação dos direitos da população de língua russa na Ucrânia, que o Kremlin insiste em proteger.
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