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Melania Trump exige que cessem as 'mentiras' que a vinculam a Epstein

"As pessoas que mentem sobre mim carecem de princípios éticos, humildade e respeito", afirmou a primeira-dama dos EUA.
Melania Trump exige que cessem as 'mentiras' que a vinculam a EpsteinDavidoff Studios / Gettyimages.ru

A primeira-dama dos EUA, Melania Trump, exigiu nesta quinta-feira (9) que deixem de ser difundidas as "mentiras" que a relacionam com o falecido criminoso sexual Jeffrey Epstein.

"As mentiras que me relacionam com o desonroso Jeffrey Epstein devem acabar hoje mesmo", afirmou Melania durante uma coletiva. "As pessoas que mentem sobre mim carecem de princípios éticos, humildade e respeito", acrescentou.

A primeira-dama afirmou que não se incomoda com o desconhecimento de quem difunde essas mentiras, mas que rejeita as tentativas mesquinhas de difamar sua reputação. "Nunca fui amiga de Epstein", ressaltou, acrescentando que ela e Donald Trump foram convidados "de vez em quando" para as mesmas festas que Epstein, já que é comum a sobreposição de círculos sociais em Nova York e Palm Beach.

"Para que fique claro, nunca tive relação com Epstein nem com sua cúmplice, Maxwell", afirmou. Segundo Melania Trump, sua resposta por e-mail a Maxwell "não pode ser considerada mais do que correspondência casual" e sua "resposta educada" foi "apenas uma nota trivial".

Nesse contexto, Melania indicou que nunca foi vítima de Epstein e explicou que o predador não a apresentou a Donald Trump, a quem conheceu "por acaso" em uma festa em Nova York em 1998. Segundo destacou, esse primeiro encontro está documentado em seu livro "Melania".

  • O próprio presidente dos EUA tem rejeitado reiteradamente qualquer envolvimento nas ações criminosas de Epstein e de sua cúmplice e ex-parceira, Ghislaine Maxwell, que cumpre pena de 20 anos de prisão por tráfico sexual e espera obter um perdão judicial de Trump. Nesse contexto, afirmou que o falecido financista conspirou contra ele com o objetivo de prejudicá-lo politicamente e provocar sua derrota eleitoral, ou "algo pior".
  • Além disso, não há provas públicas de que o FBI considere críveis as acusações contra Trump contidas nos documentos, enquanto o Departamento de Justiça declarou que tais acusações eram falsas.