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Presidente de Cuba celebra aniversário das relações com a Rússia: 'excelentes laços de amizade'

Para Moscou, Havana é “mais do que um parceiro”, afirmou em abril passado a porta-voz da chancelaria russa, Maria Zakharova.
Presidente de Cuba celebra aniversário das relações com a Rússia: 'excelentes laços de amizade'Legion-media.ru / Governo russo

O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, comemorou nesta sexta-feira (8), em publicação nas redes sociais, o 66º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas com a Rússia, país com o qual Cuba teceu "excelentes laços de amizade, cooperação e solidariedade, e com o qual as relações políticas e econômicas vêm se aprofundando".

O mandatário respondeu a uma postagem da Embaixada russa no país caribenho, na qual se faz alusão à data comemorativa de 8 de maio de 1960. Nela, a representação russa afirma que Moscou e Havana continuarão "o trabalho" pelo bem-estar de seus povos: "Estamos certos: temos novas vitórias pela frente!".

Laços fraternos

Ao longo das últimas seis décadas, Moscou e Havana têm construído uma relação bilateral estreita, que abrange diversas áreas. Em abril passado, durante o V Colóquio Internacional Pátria de Comunicação Digital em Havana, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Maria Zakharova, reforçou que os países "são mais do que parceiros", estando unidos por "laços verdadeiramente cordiais e fraternos" duradouros.

"Compartilhamos valores comuns que defendemos no âmbito internacional. Trata-se da soberania, incluindo a soberania digital, a multipolaridade, a confiança no direito internacional e o papel central das Nações Unidas na resolução de conflitos, a não ingerência nos assuntos internos e a inadmissibilidade de sanções unilaterais ilegais”, declarou a diplomata na ocasião.

As autoridades russas têm rejeitado sistematicamente o bloqueio imposto pelos EUA, bem como a possibilidade de que esse país – ou qualquer outro – agrida a ilha ou submeta sua população ao sofrimento. "Cuba é um parceiro excepcional da Rússia, nosso bom amigo. E não gostaríamos de ver nenhum país invadindo Cuba, nem pressionando Cuba, nem isolando-a do exterior, impedindo que os medicamentos cheguem às crianças cubanas", afirmou o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, em uma entrevista recente ao India Today.