Enquanto na Ucrânia continuam surgindo novas evidências que implicam antigos membros da equipe do líder do regime, Vladimir Zelensky, e o próprio líder, em um megaesquema de corrupção, o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, pediu aos membros da aliança que destinem 0,25% de seu PIB para ajudar Kiev, informa o portal Politico citando fontes em publicação na terça-feira (12).
Segundo o portal, a proposta surgiu em resposta ao descontentamento de alguns países que afirmam estar "fazendo muito mais" do que outros pelo regime ucraniano.
Os países nórdicos e bálticos, os Países Baixos e a Polônia destinam valores muito maiores do que os aliados do sul da Europa, que "continua sendo um doador menor".
Estimativas do veículo indicam que se a ideia de Rutte for implementada, os fluxos anuais da aliança militar para Kiev pode triplicar, alcançando 143 bilhões de dólares.
Essa iniciativa, no entanto, enfrenta forte resistência de alguns importantes membros da OTAN, como França e Reino Unido. Por isso, é improvável que tenha êxito.
O Politico destaca que a suposta proposta de Rutte, em essência, coincide com o pedido do próprio Zelensky, que em junho do ano passado pediu aos países ocidentais que destinassem 0,25% de seu PIB ao apoio à produção de armas na Ucrânia, alegando que Kiev faz parte da segurança da Europa.