
VÍDEO: Irã mostra como atingiu bases dos EUA no Oriente Médio

Veículos de mídia iranianos divulgaram no sábado (6) imagens da operação da Força Aeroespacial da Guarda Revolucionária do Irã contra bases militares dos Estados Unidos na região.
Nas imagens, é possível ver o lançamento de vários mísseis. Também são exibidos dois cartazes fixados aos corpos dos projéteis.
Em um deles, aparece o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu inclinado sobre um caixão coberto com a bandeira dos EUA, fazendo um gesto de aprovação, ao lado da frase: "Obrigado pelo serviço". No outro, há uma fotografia do aiatolá Ali Khamenei, morto na agressão dos Estados Unidos e de Israel, com a inscrição: "No caminho do amor, não quebraremos nossas promessas".
O CGRI confirmou uma série de ataques com mísseis contra instalações norte-americanas no Oriente Médio, em resposta a agressão contra o distrito de Sirik e a ilha de Qeshm.
"Após a agressão perpetrada pelo Exército dos Estados Unidos, assassino de crianças e terrorista, contra Sirik e a ilha de Qeshm, mísseis aeroespaciais foram lançados contra bases inimigas na região", afirmou o órgão.

Segundo o CGRI, duas bases aéreas dos EUA foram atingidas de forma imediata: a base de Al Salem, no Kuwait, e instalações ligadas à base naval da Quinta Frota dos Estados Unidos no Bahrein.
O grupo também advertiu que, caso os ataques se repitam, "uma resposta limitada não será suficiente" e que Washington poderá ser responsabilizada pelas "consequências do fechamento total do Estreito de Ormuz" às exportações de petróleo e gás.
Trump redefine alcance do cessar-fogo
Apesar de o cessar-fogo firmado em 6 de abril seguir tecnicamente em vigor, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reinterpretou seu alcance nesta semana. Segundo ele, o mais realista seria esperar uma "moderação" das hostilidades, e não a suspensão total dos confrontos.
"Mais ou menos assim: é outra parte do mundo. Eu diria que, naquela região, um cessar-fogo é quando os disparos ficam mais moderados. Um dia de cada vez", declarou Trump ao ser questionado pela imprensa.
