O corpo celeste de Tunguska que impactou a Sibéria Oriental em 1908 não era um meteorito, mas sim um fragmento do núcleo de um cometa que evaporou explosivamente na atmosfera terrestre, afirmou o astrônomo russo Sergey Yazev, doutor em ciências físico-matemáticas e professor, à agência de notícias RIA Novosti nesta terça-feira (30), por ocasião do Dia do Meteorito.
O especialista destacou que os astrônomos chamam um corpo celeste que cai na Terra de meteorito, enquanto um em órbita é chamado de asteroide.
O fragmento do cometa liberou energia equivalente a uma explosão de 10 a 15 megatons de TNT, comparável a mil bombas como a lançada sobre Hiroshima.