A Guarda Revolucionária do Irã anunciou na segunda-feira (13) que atacou vários alvos militares dos EUA no Kuwait, em uma nova onda de retaliação à agressão americana contra o país.
Os drones teriam destruído dois sistemas de lançamento múltiplo de foguetes HIMARS de fabricação americana e depósitos de mísseis.
O Exército do Kuwait informou que enfrentou "objetos aéreos hostis" em seu espaço aéreo.
Retomada das hostilidades
Na terça-feira (8), os Estados Unidos retomaram os bombardeios com o objetivo de "impor" a Teerã "custos elevados" por supostos ataques contra navios mercantes na região.
O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) informou que suas forças atacaram 140 alvos iranianos durante a noite de sábado (11) para domingo (12), na terceira rodada de ataques contra o país.
Segundo o CENTCOM, a operação ocorreu após a Marinha do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica deter, mediante disparos, uma embarcação estrangeira no estreito de Ormuz.
Em resposta, o Irã lançou mísseis balísticos contra instalações militares dos Estados Unidos na base aérea Príncipe Hassan, na Jordânia. Teerã também realizou ataques com drones contra um sistema de mísseis Patriot, um depósito de munições e uma estação de radar do Exército norte-americano no Kuwait.
Além disso, drones suicidas atingiram um sistema de comunicações e uma estação de radar das forças dos Estados Unidos no Bahrein.