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A China põe um fim em "romances" com a IA

As novas regras visam equilibrar a inovação tecnológica com a proteção da saúde mental e das relações humanas.
A China põe um fim em "romances" com a IAGettyimages.ru / Yujianglin / VCG

Usuários chineses que utilizam serviços de inteligência artificial (IA) como companheiros emocionais enfrentarão mudanças em seu uso após a implementação, na última quarta-feira (15), de novas medidas do governo chinês para a gestão de serviços interativos de IA antropomórfica.

Essas regulamentações proíbem expressamente"induzir dependência emocional ou vício" e "prejudicar os relacionamentos interpessoais reais dos usuários". Os provedores desses serviços devem implementar sistemas de alerta para uso prolongado e lembrar constantemente os usuários de que estão interagindo com inteligência artificial, e não com pessoas reais.

Além disso, oferecer "companheiros virtuais" ou relacionamentos íntimos a menores de idade se tornou proibido, e avaliações de segurança e protocolos de proteção são exigidos tanto para menores quanto para idosos.

Por fim, enfatiza-se que os desenvolvedores devem facilitar o cancelamento desses serviços e promover o uso responsável, buscando equilibrar a inovação tecnológica com a proteção da saúde mental e dos relacionamentos humanos.