Guarda Revolucionária do Irã exige que Kuwait deixe de abrigar bases militares dos EUA

A Guarda Revolucionária também declarou esperar que "a nobre e honrada nação do Kuwait" cumpra seu "dever divino" e impeça que o território kuwaitiano seja usado como "fonte de maldade e assassinato de muçulmanos".

A Guarda Revolucionária iraniana divulgou um comunicado dirigido à população do Kuwait afirmando que o país não deve "servir de refúgio seguro" para as Forças Armadas dos EUA, nesta sexta-feira (20). 

O comunicado destaca que parte do território kuwaitiano é ocupada há anos por militares americanos, que usam o país como base para lançar ataques contra o Irã, Iraque, Afeganistão e Palestina.

A Guarda também afirmou que os EUA usaram bases no Kuwait para atacar o Irã no fim de fevereiro, na ofensiva assassinou 168 estudantes primárias, a maioria meninas, na escola de Minab e o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei.

"O território do Kuwait não deve ser um refúgio seguro para um exército terrorista que atacou ao menos dez países islâmicos e matou milhões de muçulmanos nas últimas décadas", diz a nota.

A Guarda Revolucionária acrescentou esperar que "a nobre e honrada nação do Kuwait" cumpra seu "dever divino" e impeça que o território do país seja usado como "fonte de maldade e assassinato de muçulmanos".