A equipe de segurança do presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, alegou na segunda-feira (20) que recebeu informações de inteligência sobre um "possível plano criminoso para assassiná-lo" antes de sua posse, em 7 de agosto.
O comunicado, lançado pelo presidente-eleito, alerta para "possíveis tentativas de infiltração em conferências de imprensa e atividades públicas, especialmente eventos com a presença de crianças e idosos, com o objetivo de aproveitar-se dessas situações para realizar uma ação violenta".
O gabinete de De la Espriella disse que houve uma oferta de até 3 bilhões de pesos (cerca de US$ 900 mil) para consumar o assassinato, que ele atribuiu ao Exército de Libertação Nacional (ELN) e aos dissidentes das extintas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).
O presidente-eleito apelou às autoridades para que acelerassem as investigações para "estabelecer a origem da ameaça, identificar os responsáveis e neutralizar qualquer ação que coloque em risco a vida do presidente eleito ou da população civil".