Os países do Golfo, com ataques retaliatórios do Irã, estão tentando se unir para traçar um caminho para a paz com a República Islâmica, mas as tensões históricas entre eles estão dificultando o processo,informou o portal Politico.
Embora os países compartilhem o objetivo comum de manter o Estreito de Ormuz aberto, suas diferentes prioridades para atingir o objetivo estão complicando o processo.
As divergências incluem uma série de interesses conflitantes baseados em quem possui alternativas ao transporte marítimo e qual país está sofrendo mais com as consequências econômicas da crise.
"Eles têm muito a superar e a guerra exacerbou as divisões já existentes no Golfo", afirmou David Schenker, que atuou como secretário de Estado adjunto para Assuntos do Oriente Médio durante o primeiro mandato de Donald Trump.
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Segundo o veículo, enquanto alguns países defendem uma postura mais firme em relação ao Irã, outros priorizam a abertura do Estreito de Ormuz.
"Não acho que consigam acabar com a guerra ", afirmou Allison Minor, ex-diretora para o Iêmen e Omã no Conselho de Segurança Nacional durante o primeiro governo Trump.