Irã comenta suposto plano para assassinar filho de Trump

O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã afirmou que as acusações fazem parte de uma campanha de propaganda e de uma operação de desinformação atribuída ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Mohsen Rezaei, classificou como uma "grande mentira" a declaração do Serviço Secreto dos EUA sobre um suposto complô de Teerã para assassinar Barron Trump, filho do presidente Donald Trump.

Em entrevista na quinta-feira (27), Rezaei afirmou que as acusações fazem parte de uma campanha de propaganda e de uma operação de desinformação atribuída ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

Segundo o dirigente iraniano, Netanyahu já havia divulgado anteriormente informações falsas sobre um suposto "complô iraniano para assassinar Trump". Para Rezaei, esse tipo de acusação teria alimentado o medo do presidente americano e afetado sua capacidade de tomar decisões.

O funcionário iraniano também reiterou que, caso Teerã tome uma decisão, "nada impedirá" sua execução. Rezaei voltou a classificar as alegações sobre um suposto plano contra Trump e parte das acusações feitas por Netanyahu como "absurdas".