Sem precedentes: China comenta dificuldade dos resgates no Nepal, após 750 mortes confirmadas
Operações de resgate enfrentam riscos de novas inundações por formação de lagos de barragem na região afetada.
AP / Zheng Chongxi/Xinhua
Socorristas do Exército de Libertação Popular da China transportam um bote inflável de resgate no Condado de Gyirong, na Região Autônoma do Tibete, sudoeste da China, 28 de agosto de 2026.
O desastre, considerado pelo governo chinês como o mais grave ocorrido entre as duas nações em anos recentes, provocou deslizamentos e fluxos de detritos que percorreram rios do Himalaia. A Cruz Vermelha estima que mais de 90 mil pessoas foram afetadas pelo desastre.
Nepal registrou 734 mortes e 2.498 desaparecidos, enquanto a China contabilizou 16 óbitos e 546 pessoas desaparecidas no condado de Gyirong, até sábado. Mais de 2.100 socorristas chineses foram mobilizados e ao menos 220 milhões de yuans foram aplicados para auxílio emergencial da China ao Nepal.