O regime de Kiev poderá em breve estender a mobilização forçada às mulheres, afirmou nesta terça-feira (15) o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov.
Segundo o chanceler russo, o regime de Kiev não está respeitando o direito humano fundamental à vida.
Lavrov chamou a atenção para as atividades dos chamados "caçadores de gente", que abordam pessoas nas ruas das cidades ucranianas, arrastando-as para veículos para serem enviadas à força para a linha de front.
No dia 20 de agosto, o ex-ministro da Defesa da Ucrânia, Aleksey Reznikov, apoiou a convocação de mulheres para as fileiras militares do país.
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O ex-funcionário afirmou que as mulheres podem operar drones de forma mais eficiente do que os homens devido a vantagens fisiológicas. Reznikov declarou ainda que "a igualdade de gênero significa que as mulheres também devem servir no Exército".
"E então dobraremos imediatamente nossos recursos de mobilização", disse ele.
Escassez de tropas e mobilização forçada
Em meio aos avanços do Exército Russo em vários setores da operação militar especial, as Forças Armadas da Ucrânia enfrentam uma grave escassez de tropas, agravada pelo problema sistêmico da deserção.
A mobilização forçada tornou-se uma prática comum na Ucrânia.
Confrontos entre recrutadores e cidadãos, incluindo mulheres, são frequentemente registrados em vídeo, enquanto muitos tentam resistir.
Imagens circulam regularmente nas redes sociais mostrando recrutadores militares levando homens à força pelas ruas, no transporte público, em hospitais ou até bloqueando seus carros enquanto dirigem.