
VÍDEOS: Da H&M à Zara — trabalhadores dos maiores exportadores mundiais de roupa protestam contra baixos salários

Pelo terceiro dia, continuam os confrontos entre a polícia e os trabalhadores do setor têxtil em Bangladesh — o segundo maior exportador mundial de vestuário, atrás apenas da China, e um importante fornecedor de marcas globais como H&M, Zara, Walmart e Primark.
Os manifestanetes exigem um aumento salarial, informa a Reuters.
Os protestos começaram no último sábado (31) em Ashulia, um importante polo de produção têxtil nos arredores de Daca, onde dezenas de fábricas suspenderam suas operações.
No domingo (1º), milhares de trabalhadores bloquearam estradas em Daca e Gazipur, nos arredores da capital, prejudicaram o transporte em zonas industriais estratégicas e forçaram o fechamento de 529 fábricas.
बांग्लादेश के रेडीमेड गारमेंट सेक्टर में न्यूनतम वेतन 140% बढ़ाने की मांग को लेकर भड़की हिंसक, 500 से अधिक फैक्ट्रियां ठप्प, 12,500 टका से बढ़ाकर 30,000 टका प्रति माह वेतन की मांग। #Bangladesh #GarmentWorkers #BreakingNews #WorldNews #TheNation91 https://t.co/F3xDOqFBTM
— The Nation 91 (@thenation91) November 2, 2026

As manifestações geraram preocupação com uma interrupção generalizada em um setor que emprega cerca de 4 milhões de trabalhadores, responde por mais de 80% das receitas de exportação de Bangladesh e gera cerca de 10% da produção econômica do país.
Os distúrbios deixaram 987.190 funcionários sem trabalho nos principais polos industriais do país, segundo a Associação de Fabricantes e Exportadores de Vestuário de Bangladesh (BGMEA, na sigla em inglês). Os trabalhadores exigem um salário mínimo mensal de 30 mil takas (245 dólares), em comparação com os 12.500 takas (100 dólares) atuais.
