O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que Washington mantém conversas com Teerã para pôr fim ao conflito.
"Estamos em conversas com o Irã", assegurou, ao falar brevemente com jornalistas antes de partir para sua residência em Mar-a-Lago, na Flórida. Na agenda americana também está a reabertura do Estreito de Ormuz, destacou.
Além disso, o mandatário disse que os EUA não perderam nenhum soldado em seis ou sete meses.
No entanto, o Irã já não se contenta com compromissos "no papel" dos Estados Unidos e espera ver ações concretas por parte de Washington antes de abrir uma nova etapa diplomática, afirmou o alto funcionário do Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano Ali Bagheri.
Um alto funcionário iraniano declarou à Reuters que Teerã e Washington seguem longe de chegar a um acordo, e afirmou que seu país rejeita as "exigências excessivas" dos americanos.
A Fox News sugeriu que os Estados Unidos poderiam retomar, em 9 de novembro, seus ataques contra a nação persa. Isso se deve ao fato de que haverá lua nova no Oriente Médio, o que implica pouca ou nenhuma luz lunar, condição favorável para ataques noturnos. Essa consideração seria fundamental, segundo funcionários familiarizados com a reunião de Trump com sua equipe de segurança nacional.
Por sua vez, o Irã lançou um duro alerta à Casa Branca sobre as consequências de novos ataques. "A soberba precede a queda", escreveu em uma publicação o chanceler da República Islâmica, Esmaeil Baghaei.