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EUA reconhecem que assassinato de Ali Khamenei não prejudicou a capacidade militar do Irã - NYT
Durante a operação conjunta entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã, o líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, foi morto, assim como altos oficiais do governo iraniano.

O assassinato do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, não interrompeu a capacidade militar do país, informou o The New York Times na terça-feira (10).

"Autoridades e especialistas militares disseram que o Irã está demonstrando diariamente que o assassinato de seu líder supremo no início da guerra não comprometeu completamente sua capacidade militar", afirma a reportagem do jornal.
De acordo com as fontes do veículo, o Irã não está agindo como se tivesse sido "decapitado".
- Israel lançou um ataque massivo contra o Irã no sábado (28), alegando a necessidade de "eliminar as ameaças ao Estado" de Israel. Explosões ocorreram em diversas áreas de Teerã e houve relatos de impactos de mísseis. Posteriormente, o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou o envolvimento do país na ofensiva: "Bombas cairão por toda parte".
- Os ataques ocorrem após reiteradas ameaças de Washington e Tel Aviv de intervir no país, insistindo para que altere seu programa nuclear. Por sua vez, o Irã sempre defendeu seu direito de desenvolver seu programa de forma pacífica.
- Durante a operação conjunta entre os EUA e Israel contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, foi morto, assim como altos oficiais do governo iraniano.
Em resposta, o Irã lançou várias ondas de mísseis balísticos contra Israel, bem como contra bases americanas localizadas em países do Oriente Médio.
- A Guarda Revolucionária anunciou que as Forças Armadas do Irã lançariam em breve a operação ofensiva mais devastadora de sua história contra Israel e os Estados Unidos.
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