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'Ordenei que a Marinha destrua qualquer navio que lance minas no Estreito de Ormuz', diz Trump
O presidente americano acrescentou que os navios caça-minas americanos estão "limpando" o estreito.

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (23) uma nova medida militar para o Estreito de Ormuz, aumentando as tensões com o Irã.
"Ordenei que a Marinha dos Estados Unidos atire e destrua qualquer embarcação, não importa quão pequena (todos os seus 159 navios de guerra estão afundados!), que coloque minas nas águas do Estreito de Ormuz", declarou.

O presidente também acrescentou que os navios caça-minas americanos estão "limpando" o estreito "neste momento".
"Ordeno que essa atividade continue, mas com o triplo da intensidade!", concluiu.
"Novas cartas no campo de batalha"
- No último dia 7 de abril, os EUA e o Irã firmaram uma trégua de duas semanas e concordaram em reabrir o Estreito de Ormuz, por onde circula cerca de 20% do petróleo e do gás comercializados no mundo. .
- Antes do término do cessar-fogo de duas semanas em 7 de abril, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou uma prorrogação até que o Irã "apresente sua proposta e as negociações sejam concluídas". O vice-presidente J.D. Vance estava programado para chegar ao Paquistão na segunda-feira (20) para conversas, mas houve um adiamento da viagem, e o Irã não sinalizou interesse em participar das negociações.
- Em uma nova estratégia, o governo Trump aplica desde 13 de abril um bloqueio total "a navios de todas as nações que entrarem ou saírem dos portos e zonas costeiras iranianas".
- Após reabrirem o Estreito de Ormuz para navios comerciais na última sexta-feira (17), as autoridades iranianas restabeleceram o controle militar da passagem no dia seguinte, alegando repetidas violações e atos de pirataria por parte dos EUA sob o pretexto do bloqueio naval.
- A Guarda Revolucionária iraniana declarou que o Estreito de Ormuz permanecerá fechado até que Washington levante completamente o bloqueio naval. "Aproximar-se do Estreito de Ormuz será considerado cooperação com o inimigo, e o navio infrator será atacado", sublinhou.
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