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'Concordo totalmente com Xi que os EUA eram uma nação em declínio', diz Trump

No entanto, agora "os EUA são o país mais popular do mundo", declarou o mandatário.
'Concordo totalmente com Xi que os EUA eram uma nação em declínio', diz TrumpBrendan Smialowski / Gettyimages.ru

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (14) que concorda "totalmente" com seu homólogo chinês, Xi Jinping, que afirmou que os EUA eram "uma nação em declínio" e em "decadência".

"Quando o presidente Xi se referiu com tanta elegância aos EUA como uma nação em decadência, ele estava falando do enorme dano que sofremos durante os quatro anos do governo de Joe Biden, e, nesse sentido, ele tinha toda a razão", escreveu Trump na rede Truth Social.

O chefe de Estado americano, que está na China para uma visita oficial, afirmou que, durante o governo Biden, os EUA "sofreram enormemente com as fronteiras abertas, os altos impostos, a legalização das pessoas transgênero*, a participação de homens em esportes femininos, a política de Diversidade, Equidade e Inclusão" (DEI), além de "péssimos acordos comerciais, criminalidade desenfreada e muito mais".

"O presidente Xi não estava se referindo à incrível ascensão que os EUA mostraram ao mundo durante os 16 espetaculares meses da administração Trump, que incluem recordes históricos nos mercados financeiros e nos fundos de aposentadoria, vitória militar e uma relação florescente com a Venezuela", acrescentou Trump em sua interpretação das palavras de Xi.

O mandatário também incluiu em sua lista de supostos êxitos aagressão contra o Irã. Segundo ele, seu governo alcançou "a aniquilação militar do Irã". Além disso, afirmou que os EUA possuem "o Exército mais poderoso do mundo, de longe" e que o país se consolida como "uma nova potência econômica", com um valor recorde de 18 trilhões de dólares investidos em território americano.

Segundo Trump, os EUA registraram "o melhor mercado de trabalho da história, com mais pessoas empregadas do que nunca" desde que ele voltou à presidência. Ele também alega ter trazido "o fim das políticas de desigualdade, da diversidade e da inclusão que destroem o país", além de "tantas outras coisas que seria impossível listar".

"O presidente Xi me felicitou por tantos sucessos extraordinários em tão pouco tempo. Há dois anos, éramos realmente uma nação em declínio. Nisso eu concordo totalmente com o presidente Xi. Mas agora os EUA são a nação mais pujante do mundo, e espero que nossa relação com a China seja mais forte e melhor do que nunca!", concluiu.

*O movimento internacional LGBT é classificado como uma organização extremista no território da Rússia e proibido no país.