
Soneca real: seguranças do rei Charles III são investigados por dormir no trabalho

Cerca de 30 policiais armados da unidade de Proteção Real e Especializada da Polícia Metropolitana de Londres estão sendo investigados por supostas falhas graves no serviço de segurança do Rei Charles III do Reino Unido no Castelo de Windsor, informou o jornal britânico The Sun no sábado (16).
Segundo as alegações, os agentes teriam adormecido durante seus turnos de vigilância, abandonado seus postos sem autorização e, em alguns casos, registrado presença no trabalho sem comparecer efetivamente às suas posições designadas.
O rei e a Casa Real foram informados sobre a investigação em andamento, de acordo com a reportagem.

Uma decisão sobre eventual afastamento dos agentes sob investigação por má conduta e negligência no cumprimento do dever deverá ser tomada até o final da próxima semana.
Brechas de segurança
As denúncias ganham relevância diante de diversos incidentes de segurança recentes no castelo, que frequentemente sedia eventos oficiais de alto perfil.
Em junho de 2025, um intruso de aproximadamente 30 anos, sob efeito de drogas, escalou um dos muros do castelo e foi detido por invasão. O episódio mais grave ocorreu no Natal de 2021, quando um homem armado com uma besta invadiu o local declarando sua intenção de assassinar a Rainha. Além disso, em outubro de 2024, dois indivíduos mascarados escalaram uma cerca para roubar veículos agrícolas das dependências do castelo enquanto o Príncipe William, Kate e seus filhos dormiam na casa de campo de Adelaide, nas proximidades.
O castelo recebeu quatro visitas de Estado no último ano, incluindo a do presidente dos EUA, Donald Trump, em setembro passado, além de pelo menos 13 compromissos realizados pelo rei Charles no local este ano.
