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Putin fala sobre nível excepcionalmente alto das relações entre Rússia e China e convida Xi para visitar Moscou

As relações entre os dois países são "um exemplo de parceria verdadeiramente abrangente e de cooperação estratégica", destacou o presidente russo em uma reunião com seu colega chinês em Pequim.
Putin fala sobre nível excepcionalmente alto das relações entre Rússia e China e convida Xi para visitar MoscouSputnik / Kristina Solovieva

As relações entre a Rússia e a China atingiram um nível "excepcionalmente alto", destacou o presidente da Federação da Rússia, Vladimir Putin, em uma reunião com o presidente chinês, Xi Jinping, nesta quarta-feira (20).

"Hoje, nossas relações atingiram um nível sem precedentes, constituindo um exemplo de parceria verdadeiramente abrangente e de cooperação estratégica", afirmou, enfatizando que a delegação russa é composta pela maior parte do governo do país, líderes empresariais e representantes de organizações civis e educacionais.

Putin saudou o aumento da cooperação econômica, observando que o volume de negócios cresceu "mais de 30 vezes ao longo de um quarto de século e, há vários anos consecutivos, ultrapassa de forma consistente a marca de US$ 200 bilhões". "O motor da cooperação econômica é a interação entre a Rússia e a China no setor energético", destacou.

"E, é claro, convidamos o senhor, caro amigo, a visitar a Federação da Rússia no próximo ano", afirmou.

  • O presidente russo chegou à capital chinesa na noite de 19 de maio e foi recebido no aeroporto com uma cerimônia que contou com a presença do ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi.
  • Em 20 de maio, às 11h (horário de Pequim), a agenda oficial da visita de Putin teve início com a cerimônia de boas-vindas oferecida por Xi Jinping, na presença de uma orquestra e uma guarda de honra.
  • As negociações entre os presidentes estão sendo realizadas em formato reduzido, com a participação de membros-chave da delegação russa. Concluída esta fase, as negociações passarão para um formato ampliado
  • Está prevista a assinatura de cerca de 40 documentos bilaterais. Um dos temas a serem discutidos entre os presidentes será a cooperação no setor de hidrocarbonetos.