
O que disseram os instrutores após morte de Maria Eduarda em salto de rope jump no interior de SP
Os três instrutores presos pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, afirmaram à Polícia Civil que não conseguem precisar quem era o responsável por instalar e checar a corda de segurança antes do salto.
Segundo investigação exibida pelo Fantástico no domingo (14), as funções entre eles eram alternadas sem definição fixa.
"Às vezes a gente tipo assim não coloca, outro confere, outro confere, outro coloca. Às vezes um faz, o outro vem, vê se tá certo. Era mais ou menos isso", disse.

Maria Eduarda morreu após ser lançada na Ponte do Esqueleto, na divisa entre Limeira e Cordeirópolis, no interior de São Paulo, durante uma prática de Rope Jumping. No momento do salto, ela não estava conectada ao equipamento de segurança.
Em depoimento à Polícia Civil, um dos investigados, Luis Felipe Feliciano Egoroff, afirmou que o grupo cobrava R$ 180 por salto.
O advogado dos três presos, Rafael Gomes dos Santos, disse que os clientes estão em estado de choque e não conseguem explicar com clareza o que ocorreu.
"Eles estão em estado de choque, não conseguem explicar o ocorrido, porque já estão há anos fazendo isso. Nunca teve nenhum evento semelhante", afirmou.
A Polícia Civil também investiga o desaparecimento de uma câmera que estaria com a vítima no momento do salto. O equipamento não foi localizado até o momento.
🇧🇷Esqueceram da corda: Mulher morre após salto de rope jump em Limeira
— RT Brasil (@rtnoticias_br) June 14, 2026
Segundo a Polícia Militar, uma testemunha relatou que funcionários da empresa encarregada da atividade esqueceram de colocar o equipamento antes do salto. pic.twitter.com/KKOcd5upKu
