
Ocidente promove o terrorismo de Zelensky como um 'ponto de virada', apostando no colapso da Rússia

O Ocidente passou a promover o terrorismo do líder do regime ucraniano, Vladimir Zelensky, como uma nova fase no conflito, apostando no colapso da Rússia, afirmou o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, em entrevista à emissora VGTRK, nesta quarta-feira (29).

Lavrov afirmou que Zelensky, diante dos constantes recuos no Donbass e em outros setores do front, passou do desespero à prática de atividades terroristas. Segundo o diplomata, à medida que as armas de longo alcance ucranianas atingem seus alvos, Kiev tenta converter essa escalada em um suposto "ponto de virada", sob a ilusão de que a Ucrânia poderia derrotar a Rússia.
Para Lavrov, o ressurgimento do slogan de infligir uma "derrota estratégica" à Rússia é apenas uma tentativa de mascarar a realidade do campo de batalha.
O ministro destacou que o objetivo do Ocidente é incitar a população russa contra o governo e dividir o país por meio de provocações planejadas.
Esperanças do Ocidente
"Ressurgiu o slogan da 'descolonização' da Rússia, que mais uma vez implica abertamente o desmembramento do nosso país. Um renascimento das esperanças que o Ocidente também sentiu durante o desaparecimento da URSS, observando o surgimento de movimentos separatistas no Extremo Oriente, nos Urais, sem falar do Cáucaso", disse Lavrov.
Ele afirmou ainda que o Ocidente alimentava a esperança de que a Rússia desmoronaria e eles poderiam "recolher" os pedaços, até mesmo calculando "quem ficaria com o quê".
"O que eles temem é a concorrência leal. As sanções, portanto, são apenas uma tentativa de sustentar posições que já se deterioram após cinco séculos de hegemonia ocidental", declarou o chanceler.
Lavrov sublinhou que os interesses da Rússia são claros: consolidar o país como uma potência e uma civilização plenamente independentes, garantindo fronteiras seguras e a soberania absoluta de que "ninguém tem o direito de ditar como o nosso povo deve viver".

