A esteatose hepática, popularmente conhecida como gordura no fígado, exige atenção imediata para evitar o agravamento de quadros clínicos graves.
A condição é caracterizada pelo acúmulo de gordura que ultrapassa 5% do volume do órgão, e, embora seja frequentemente silenciosa em seus estágios iniciais, pode manifestar sinais como dor abdominal à direita, inchaço, pele amarelada e urina escura. Se não tratada com mudanças estruturais na rotina, a inflamação pode evoluir para esteato-hepatite, fibrose, cirrose e até câncer de fígado.
O tratamento tem como pilares o controle do peso e a adoção de uma dieta baseada em alimentos naturais, conforme publicado pelo UOL.
Estes 5 alimentos podem ser seus maiores aliados
- Verduras e legumes: aumentam o consumo de fibras e antioxidantes. Compostos como a betaína neles presentes ajudam a proteger as células do fígado.
- Frutas: reforçam a dose de nutrientes na rotina. Optar por frutas frescas ajuda na regeneração do órgão e evita a sua sobrecarga.
- Grãos integrais: garantem uma dieta mais rica em fibras, promovendo o equilíbrio necessário para quem precisa de cuidados hepáticos.
- Peixes (salmão e sardinha): oferecem gorduras de alta qualidade que combatem inflamações e auxiliam na recuperação do organismo, se ingeridos com moderação.
- Azeite extravirgem: uma ótima fonte de gordura boa. Seu uso moderado ajuda a reduzir inflamações e apoia a recuperação do fígado.
Atividade física
No campo da atividade física, o ideal é combinar ao menos 150 minutos semanais de exercícios aeróbicos com treinos de força para otimizar o metabolismo.
Em contrapartida, o controle da dieta deve ser rigoroso quanto aos alimentos que provocam inflamação. Deve-se evitar o consumo de gorduras animais, frituras, alimentos ultraprocessados, embutidos e carboidratos refinados, como açúcares e massas brancas, que estimulam o depósito de gordura.
O álcool permanece como o principal vilão, podendo exigir a interrupção total do consumo em casos de comprometimento hepático já estabelecido.