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Trump perde a paciência com o povo iraniano: 'quando irão se levantar e lutar?'
O presidente dos Estados Unidos também declarou que “não se importa nem um pouco” se os iranianos “assinarem um acordo que, para eles, não tem nenhum valor”.

O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou nesta terça-feira (1º) que não pretende forçar o Irã a negociar em meio a uma nova onda de ataques entre os dois países.
"Não estou tentando forçar o Irã a sentar-se à mesa de negociações, como informou a ABC ‘Fake’ News. Não me importo nem um pouco se eles assinarem um acordo que, para eles, não vale nada", publicou o mandatário na Truth Social.

Ao mesmo tempo, ele disse gostar da posição atual de Washington, com "um controle quase total do Estreito de Ormuz" e a economia iraniana "em pleno colapso". "Eles estão simplesmente enfrentando o inevitável", continuou ele, perguntando-se: "Quando o povo iraniano se levantará e lutará?".
Nova escalada
- O Comando Central dos EUA realizou nesta terça-feira (1º) uma série de bombardeios em larga escala contra posições da Guarda Revolucionária iraniana nas províncias de Sistão, Baluchistão e Hormozgã. Washington justificou esses ataques como uma resposta direta às supostas tentativas do Irã de plantar minas no Estreito de Ormuz.
- O presidente Donald Trump defendeu a legitimidade desses ataques de "grande escala" e enviou uma severa advertência a Teerã caso o país tente retaliar. O mandatário norte-americano ameaçou lançar uma ofensiva militar destrutiva ainda maior que está "à espera nos bastidores", garantindo que, caso isso ocorra, "restará muito pouco da República Islâmica do Irã".
- Em resposta ao ataque aéreo de Washington, as forças militares da República Islâmica do Irã lançaram uma ofensiva de retaliação utilizando mísseis e drones contra "posições inimigas" na região.
- O Estado-Maior das Forças Armadas do Irã e o porta-voz da Guarda Revolucionária, Hossein Mohebi, afirmaram que os EUA se arrependerão dessa nova agressão. Desde Teerã, prometeram desferir "golpes esmagadores e devastadores" contra tropas e bases do Exército norte-americano destacadas no Oriente Médio.
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