
Cristiano Ronaldo abandona seleção portuguesa e sai pela porta dos fundos

O jogador Cristiano Ronaldo, de 41 anos, decidiu se aposentar definitivamente da seleção portuguesa, após deixar o centro de treinamento da equipe na quarta-feira (30), depois de uma coletiva de imprensa concedida pelo técnico Jorge Jesus.
Segundo o jornal português "O Jogo", Ronaldo "tomou uma decisão irreversível" e "não voltará à seleção". O mesmo jornal informou que o atacante "já deixou o hotel onde a equipe está hospedada em Copenhague", capital da Dinamarca, poucas horas antes da partida entre as duas seleções, na tarde da quinta-feira (1), pela fase de grupos da Liga das Nações da UEFA.
Como aponta o jornal, o craque teria disputado sua última partida com a camisa portuguesa no dia 24 de setembro de 2026, contra o País de Gales, no estádio José Alvalade, em Lisboa, onde Cristiano foi titular, jogou mais de 60 minutos e teve um gol que foi anulado por impedimento.

Caso se confirme definitivamente sua saída, a despedida de Cristiano da seleção portuguesa, onde foi campeão da Europa em 2016, não foi à altura de sua carreira, e sai pela porta dos fundos.
Segundo "O Jogo", Ronaldo também confirmou na noite de quarta-feira (30) que deixou a concentração da seleção após conversar com o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Pedro Proença.
Portugal vem de uma vitória sobre a Noruega, e o ex-atacante do Real Madrid não entrou em campo, o que gerou incômodo em Cristiano.
O que se sabe?
Após deixar a concentração, o próprio jogador escreveu uma mensagem em suas redes sociais, na qual desejou "boa sorte a Portugal" em seus próximos jogos.
"A seu tempo, direi a verdade a todos os Portugueses sobre as razões que motivaram a minha saída da equipa nacional, à qual sempre me dediquei", disse.
Por sua vez, o técnico português, Jorge Jesus, de 72 anos, ressaltou sua autoridade e comentou à imprensa que ele havia dito a CR7 que ele ficaria no banco.
"Eu vou te levar para o banco de reservas. Se eu precisar de você por 30 minutos, você vai jogar. Se não precisar, não vai jogar", enfatizou.
Além disso, reiterou que "nenhum jogador" o faria mudar de opinião. "Nem ele, nem ninguém no futebol. Nem presidente. Nunca", ratificou em coletiva de imprensa.

