Um estudo da Universidade de Lübeck, na Alemanha, publicado no Journal of Business and Psychology no final de agosto de 2026 analisou 2.552 relatos de 106 trabalhadores ao longo de 2 semanas para compreender como os níveis de energia variam durante o expediente.
Os resultados indicaram uma curva em formato de "U" invertido, com um pico por volta do meio-dia e uma redução gradual da energia durante a tarde e a noite.
A qualidade do sono mostrou-se especialmente relevante para os níveis de energia no início do dia: aqueles que dormiram bem começaram o expediente com mais disposição, mas apresentaram um crescimento menos acentuado da energia ao longo da manhã.
Por outro lado, o estudo apontou que o esforço prolongado pode gerar desgaste acumulado.
Os participantes que despenderam mais energia durante a manhã apresentaram uma redução mais acentuada dos níveis de disposição na segunda metade do dia.
Uma tendência semelhante foi observada à noite entre aqueles que realizaram um esforço maior durante a tarde.
Segundo os pesquisadores, distribuir as tarefas de maneira equilibrada e incluir pausas estratégicas pode ajudar a preservar a energia ao longo do expediente.
Na prática, a recomendação é reservar as atividades mais exigentes para os períodos de maior disposição e evitar manter um ritmo intenso de trabalho durante todo o dia.