Notícias

O que se sabe sobre assassinato de dois funcionários da embaixada israelense em Nova York?

O representante de Israel nas ONU chamou o ataque de "um ato depravado de terrorismo antissemita".
O que se sabe sobre assassinato de dois funcionários da embaixada israelense em Nova York?

Um homem e uma mulher foram baleados e mortos na noite de quarta-feira (21) em frente ao Museu Judaico da Capital, em Washington D.C. A secretária de Segurança Interna dos EUA, Kristi Noem, confirmou que as duas vítimas eram funcionários da Embaixada de Israel.

O suspeito gritava "Palestina livre" no momento de sua prisão. Ele foi identificado como Elias Rodriguez, um homem de 30 anos de Chicago.

''Os dois funcionários da embaixada israelense eram um jovem casal que estava prestes a se casar. ''Eram um belo casal, que vieram aproveitar a noite no Centro Cultural de Washington'', afirmou Yechiel Leiter, embaixador israelense nos EUA, citado pela agência Reuters.

"Terrorismo antissemita"

"Esses assassinatos horríveis em [Washington] D.C., obviamente baseados no antissemitismo, precisam acabar, agora! O ódio e o radicalismo não têm lugar na América", disse o presidente Donald Trump, transmitindo suas condolências às famílias das vítimas.

muito triste que coisas como essa possam acontecer. Deus abençoe a todos!", escreveu no Truth Social.

Danny Danon, embaixador de Israel nas Nações Unidas, chamou o ataque de "um ato depravado de terrorismo antissemita".

"Prejudicar a comunidade judaica é cruzar uma linha vermelha. Estamos confiantes de que as autoridades dos EUA reprimirão os responsáveis por esse ato criminoso. Israel continuará a agir com firmeza para proteger seus cidadãos e representantes em todo o mundo", disse.

No momento do tiroteio, o museu estava sediando um evento organizado pelo Comitê Judaico Americano.

O gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, condenou o tiroteio, classificando-o como um ato "horrível e antissemita" contra dois funcionários da embaixada em Washington. Netanyahu afirmou que havia instruído as missões israelenses em todo o mundo a reforçar a segurança.