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Rússia expõe verdade por trás da nova 'campanha midiática inflada' pelo Ocidente

A chancelaria russa denunciou ainda o regime de Kiev por usar os "turistas políticos" do Ocidente como escudos humanos.
Rússia expõe verdade por trás da nova 'campanha midiática inflada' pelo OcidenteAndrey Andrreyenko / Ukraine's 65th Mechanized Brigade

O Ocidente armou uma "manobra publicitária barata" em torno do ataque das Forças Armadas russas a um trem que operava para o Exército ucraniano e que era seguido por outro, no qual viajavam políticos ocidentais — entre eles o ex-primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, e o ex-diretor da CIA, David Petraeus —, afirmou a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova.

"Não vamos comentar a 'publicidade barata' montada em torno da viagem de algumas figuras políticas que se deslocavam perto do trem com carga militar atacado", disse a porta-voz.

"O objetivo dessa campanha de informação inflada é evidente: tentar obter, mais uma vez, suprimentos militares para o regime de Zelensky, assustando o cidadão europeu comum com uma suposta 'ameaça russa às portas da OTAN'", acrescentou.

Ela destacou que todas as locomotivas e trens que transportam carga para as tropas ucranianas representam um alvo legítimo para as Forças Armadas da Rússia, e que Moscou alertou reiteradamente — chegando a enviar notas a missões diplomáticas estrangeiras — sobre a necessidade de que seus cidadãos, incluindo diplomatas e suas famílias, deixassem Kiev.

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"Escudos humanos"

Ao mesmo tempo, Zakharova alertou os "turistas políticos" ocidentais de que o regime de Kiev "os está usando cinicamente como 'escudos humanos' para proteger seus comboios militares".

"Antes de algumas dessas viagens, recebemos solicitações por via diplomática para garantir a passagem segura de certas pessoas. Respondemos sistematicamente a tais solicitações afirmando que nossos alertas públicos anteriores continuam válidos e que políticos e diplomatas ocidentais devem avaliar com sensatez os riscos existentes", declarou.

"Isso é especialmente verdadeiro, dado que ninguém pode garantir a segurança de suas visitas guiadas, cujo objetivo é agradar a Kiev", concluiu a porta-voz da Chancelaria russa.